As diferenças são únicas

Agora eu sei que eu não vou encontrar alguém como eu, porque eu sou único no mundo. Com isto, eu sei que posso amar outra pessoa diferente de mim, porque sempre será, porque eu sei que ela é também única no mundo. E tudo isto faz com que o amor entre duas pessoas seja um amor único em todo o mundo e que todas as relações de amizade são diferentes.

A imperfeição é a própria perfeição.
A perfeição é a própria imperfeição.

In The Last Way to the Final

Na última fase da produção do primeiro álbum! A história já está quase completa, as músicas estão prontas estão sendo mixadas e ganhando seus últimos ajustes. Em breve mais informação sobre  o projeto e a divulgação das primeiras cenas da história.

Não tem mais saída.

É perigoso.
É vasto no vazio, não tente trilhar.
E quando pensa que acertou já errou.
E quando não sabe para onde vai é porque é aqui mesmo.
Entregue-se!

In the world of my room.

In the world of my room.
I lock the doors of my external sensations.
I sail to a own world to create a new external world.
I have broken with the current beliefs that no longer serve me more.
I tune with the end of game.

No mundo do meu quarto.
Eu bloqueio as portas das minhas sensações externas.
Eu navego para um mundo próprio para criar um novo mundo externo.
Eu rompo com as crenças que já não me servem mais.
Eu sintonizo com o fim do jogo.

Vídeo: Rendez-Vous IV (Cover)

Vídeo: Samba Cidade

Um probleminha com o robô…

Operador 1: -O que está acontecendo? O que foi isso?
Operador 2: -Temos um probleminha, o robô se apaixonou.
Operador 1: -Como assim uma máquina se apaixonou?
Operador 2: -Para agir melhor e para agir por vontade própria instalei um dispositivo de recompensa sentimental pelas boas ações executadas e uma consciência para saber o que era bom ou não.
Operador 1: -Você instalou sentimentos em um robô! E agora?
Operador 2: -Vamos ter que aguentar as consequências, porque ele se apaixonou por outra máquina, porém, vai ser terrível, mais do que você pensa, pois a outra máquina não tem esse dispositivo.
Operador 1: -Vixi! Será amor não correspondido, paixão perigosa essa, prepara-se, olha só o que você fez! Deu sofrimento a uma máquina, monstro!
Operador 2: :S

A little problem with the robot …

Operator 1: -What is happening? What was that?
Operator 2: -We have a little problem, the robot fell in love.
Operator 1: -How well a machine fell in love?
Operator 2: -To do better and to act willingly, I installed a device sentimental reward for good deeds performed and a conscience to know what was good or not.
Operator 1: -Do you installed feelings in a robot! Now what?
Operator 2: -We will have to live with the consequences, because he fell in love with another machine, however, will be terrible, more than you think, because the other machine does not have this device.
Operator 1: -Argh! Is unrequited love, passion, this dangerous, prepare, look what you did! You gave pain to a machine, monster!
Operator 2: :S

O peso do mundo

Quando o mundo é grande demais,
pesado demais,
eu lembro que ele tem os mesmos átomos que eu
e na verdade é tudo uma nuvem.
Somos todos parte de uma grande nuvem!

Então…

Raios e trovões!

E depois vem a calmaria…
chuva leve, serena, purificadora, sem mal, bonita,
sonorizando um ambiente de paz.

(shdo)

O medo da perda

Durante a vida uma das grandes lições é perder.
Perder em jogos e em disputas se torna fácil quando se comparado em perder uma amizade, um amor, um familiar.
Despedidas são sempre ruins, sempre parecem que levam um pedaço da gente, mas com certeza arrancamos um pedaço de quem está partindo também.

Esse medo nos acompanha também quando vamos decidir por quais caminhos seguir, pois ao escolher um caminho os outros automaticamente são perdidos, você pode mudar de caminho a hora que quiser, porém o tempo é consumido.
Se você é uma pessoa indecisa pode contar que seu medo da perda é grande, pois sempre fica pensando no que irá perder ao decidir, prefere nunca ter de decidir e vive sempre que pode em cima do muro.

Mas a realidade é que nosso caminho é sozinho, por mais que tenhamos pessoas ao nosso lado, estamos sozinhos, pois “toda a criatura viva na Terra, morre sozinha” e isto é assustador e terrível, mas é uma verdade. Quanto mais rápido você aceitar este fato, mais rápido você começa a se sentir bem ao decidir e começa a ver que na verdade estamos todos juntos nessa, uns mais a frente, uns mais atrás e logo vê que sempre também terá pessoas ao seu lado, se não tem as que já foram, tem outras, únicas como você, sozinhas como você, logo somos todos sozinhos em conjunto.

Todos perdem… ao longo da vida, são coisas materiais, pessoas, jeitos, células, envelhecer é uma arte tremenda e assim, sempre foi tempo é arte, e nunca foi o tempo é dinheiro.

Entender como o caminho vai aparecendo e como vamos trilhando é a própria arte de compor o tempo, de esculpir segundos e sentir perdas.

Que graça teria se todos tivessem o mesmo caminho? Querendo o mesmo objetivo, ocupando os mesmos lugares?

Por isso somos únicos, com caminhos únicos, e seria egoísmo nosso querer arrastar alguém em nossos sonhos, porque o nosso sonho também é único porque faz parte do nosso caminho, e cada pessoa tem direito ao seu próprio sonho.

Perder é necessário, para que se abra lugar para coisas novas. A cada coisa que se deixa partir e aceita portas enormes se abrem com coisas novas e maravilhosas.

A vida é mesmo uma montanha russa, só que, já que você já sabe que o trem vai descer pode decidir entre duas coisas: descer gritando, com pavor, lamentando ou erguer os braços e curtir a decida na maior diversão.

shdo