Sempre perdendo
A cada segundo
respirando

Oxigenando, enferrujando
O dia passa nos perguntando
Porque viver?

Tudo muda, tudo evolui
“nada se cria, tudo se transforma”
“penso, logo existo”

Até quando? Até quanto?

Vivemos a impermanência de todas as coisas.
Somos a morte de nossos próprios eus.
Eu queria lhe dizer que já sou diferente do que fui
Mas ainda sou o mesmo desde que serei.

Tudo morre. E a beleza está nisso.
Todo mal morre, cada sentimento ruim morre.
Resistir é inútil.

Em breve: O Jogo em Você!

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